Dinheiro, almoços em bons restaurantes, electrodomésticos, viagens e até um presunto de Montalegre. Eram estes os subornos mais frequentes entregues a 13 funcionários da Autoridade Tributária (AT), que estão a ser julgados em Lisboa, para “praticarem actos que [beneficiavam] particulares necessitados de resolver situações junto da administração fiscal”, segundo a acusação do Ministério Público.
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